“Sob a aparência morta de velhos documentos, existe uma pulsação de vida dos nossos antepassados.”
Os espanhóis foram chegando nesta terra, cujos pampas com seu verde de nuances multicoloridas descortinavam cerros e campos, chamados “Bagé” pelos índios que aqui habitavam...
No livro do Vice-Consulado de S.M. Católica, em Bagé, encontramos o que consideramos o “primeiro registro”, datado de 1810, do cidadão Domingo Curbelo, natural das Canárias. Este livro contém o registro de 412 espanhóis, vindos das mais diversas regiões da Espanha.
Entre as profissões trazidas estavam: arquiteto, artesão, médico, pianista, maestro, escultor, pintor, desenhista, violinista, violoncelista, cantor, contrabaixista, poeta, escritor, agricultor, comerciante, fotógrafo, enfermeiro, jornalista, ferroviário, professor, guarda-livros, relojoeiro, joalheiro, construtor e outros.
Com a formação da Colônia Espanhola em Bagé, seus membros sentiram a necessidade de convivência. Assim surgiu a ideia de criar uma sociedade que os acolhesse, tanto nos momentos festivos quanto nas horas difíceis.
José Loza, espanhol de 30 anos, alfaiate, natural de Cádiz, teve a iniciativa de fundar a entidade, seguido por dezenas de compatriotas. Por seu ideal altruísta, foi registrado como o criador da sociedade no Livro I da entidade.
Ao todo, 65 fundadores e 15 protetores ajudaram a criar a sociedade:
Em 20 de dezembro de 1868, foi oficialmente fundada a Sociedade Espanhola de Socorros e Beneficência de Bagé.
Primeira diretoria:
Vocal da Junta Administrativa: José Antônio Garrastazú, Joaquim Oliveras, José Masramón, José Pardo Santayana.
Vocal da Junta de Socorros: José Coll, Juan Moll, Fernando Rodriguez, Pantaleón del Llano, Francisco Garcia, Juan Cuello, Jayme Chaubet.
“Sob a aparência morta de velhos documentos, existe uma pulsação de vida dos nossos antepassados.”
Os espanhóis foram chegando nesta terra, cujos pampas com seu verde de nuances multicoloridas descortinavam cerros e campos, chamados “Bagé” pelos índios que aqui habitavam...
No livro do Vice-Consulado de S.M. Católica, em Bagé, encontramos o que consideramos o “primeiro registro”, datado de 1810, do cidadão Domingo Curbelo, natural das Canárias. Este livro contém o registro de 412 espanhóis, vindos das mais diversas regiões da Espanha.
Entre as profissões trazidas estavam: arquiteto, artesão, médico, pianista, maestro, escultor, pintor, desenhista, violinista, violoncelista, cantor, contrabaixista, poeta, escritor, agricultor, comerciante, fotógrafo, enfermeiro, jornalista, ferroviário, professor, guarda-livros, relojoeiro, joalheiro, construtor e outros.
Com a formação da Colônia Espanhola em Bagé, seus membros sentiram a necessidade de convivência. Assim surgiu a ideia de criar uma sociedade que os acolhesse, tanto nos momentos festivos quanto nas horas difíceis.
José Loza, espanhol de 30 anos, alfaiate, natural de Cádiz, teve a iniciativa de fundar a entidade, seguido por dezenas de compatriotas. Por seu ideal altruísta, foi registrado como o criador da sociedade no Livro I da entidade.
Ao todo, 65 fundadores e 15 protetores ajudaram a criar a sociedade:
Em 20 de dezembro de 1868, foi oficialmente fundada a Sociedade Espanhola de Socorros e Beneficência de Bagé.
Primeira diretoria:
Vocal da Junta Administrativa: José Antônio Garrastazú, Joaquim Oliveras, José Masramón, José Pardo Santayana.
Vocal da Junta de Socorros: José Coll, Juan Moll, Fernando Rodriguez, Pantaleón del Llano, Francisco Garcia, Juan Cuello, Jayme Chaubet.